História

  • 2016

    Biografia: Breno e Caio César

     

    A história é tão boa que nem parece verdadeira. Mas é.

    Gêmeos, Breno e Caio César nasceram em São Paulo, mas a paixão por cavalos os levou a competir em provas de baliza e tambor desde os 6 anos. Foram tricampeões brasileiros, tinham carreira assegurada se quisessem, mas ao final de tarde, nos dias de prova, o irmão um ano mais velho que eles, Gabriel, sacava a viola e formava-se a roda, onde eles cantavam como dupla.

    Fãs de Zezé di Camargo e Luciano, foi no filme “Dois Filhos de Francisco”, que narra a história da família, que veio a inspiração – “e se nós seguíssemos a trilha?”, perguntaram-se. Eles tinham 12 anos, um caminho enorme pela frente nas selas, mas o microfone falou mais alto e arriscaram.

    Aos 13 anos, com apoio do irmão e toda família, lançaram “Doideira Virou Minha Cabeça”, o público os abraçou, a música rodou o interior de São Paulo e Sul de Minas e... estava feita a mágica.

    “A repercussão foi bem maior do que esperávamos”, diz Breno.

    Dois anos depois, em 2011, lançaram uma composição de Gabriel, que também é produtor e cuida dos shows, “Coração Robótico”. Explodiram no Youtube, junto ao público teen e adulto. A canção bate 6 milhões de acessos.

    Ano seguinte foi mais prolífico, vieram “Todos os Astros”, “Dança Kuduro” (em versão sertaneja, claro) e “Ó Como é que Eu Tô”. E no começo de 2013 o lançamento da música mais marcante para a dupla até o momento, “Londres”, para a qual passaram 10 dias na capital inglesa, gravaram clipe que chega agora a 5,5 milhões de acessos no Youtube.

    Em 2013 ainda deu tempo de lançarem “Tô Querendo” e em março do ano seguinte soltaram “Vento”, que abriu a mesa de conversas com o escritório Brothers, que cuida de Michel Teló e Jads e Jadson, entre outros.

    O namoro virou casamento no final de 2014, selado com o lançamento do EP digital “Dói”, que traz algumas das faixas lançadas anteriormente, além de “Fica em Off”, “To Querendo”, “Valeu Destino”, e outros sucessos.

    Após um tempo, com diversos shows pelo país e números surpreendentes na internet, a dupla decidiu lançar “Dói” em formato físico, com 13 faixas e hits como a música que leva o título do álbum, “Sete Bilhões” e “Não Me Leve a Mal”, sucessos que foram trabalhados em 2015.

    A faixa “Não Me Leve a Mal” traz elementos do reggae sem tirar a identidade da dupla, foi lançada com a participação de Michel Teló e ganhou clipe retirado direto do DVD do cantor, o “Baile do Teló”. A música, que viralizou nas redes e se tornou faixa obrigatória nos shows da dupla, chegou a primeiro lugar em diversas rádios do país e hoje alcança quase 6 milhões no YouTube.   

    Em agosto de 2016 o DVD “Juntos com BCC” foi gravado na casa da dupla, em Alphaville. Com previsão de lançamento ainda esse ano, três faixas - “Palestra”, “6 Graus Abaixo de Zero” e “Nosso Infinito” já foram liberadas e estão nos canais da dupla.

    É ou não é uma história boa demais, que mais soa como roteiro de filme?